Jason e Kurt!


Jason e Kurt…..

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A famosa tese do bater de asa na borboleta em Madagascar que afeta o rugir de um lobo solitário na Mata Atlântica. A teoria do caos, fractais…muitas vezes mal interpretados e usados até de forma inocente como viés de autoajuda.
Kurt Cobain foi um dos ícones de nossa geração, porta voz de uma geração movida a Lithium que atolava suas angustias num niilismo corporativo, cinzento e nublado, como se os céus cinzentos e chuvosos de Seattle estivessem em nossa alma; o que na realidade era um fato.
A artista serve como uma antena que capta o inconsciente coletivo que vibra como uma egrégora viva do planeta; um tecido de nossos sonhos, pesadelos, angustias, expectativas, traumas, sonhos… enfim está miríade que do que é a existência humana.
Só os fãs mais hardcore de rock e do Nirvana, sabem que a banda foi no seu início um quarteto, onde a guitarra de Cobain fazia dupla com outro guitarrista, Jason Everman…
Jason ficou conhecido do grande público que faz uma análise rala dos fatos, como o financiador do Bleach que nem tocou no disco e foi chutado logo após seu primeiro tour com a banda.
Duas vezes com o destino malfadado ao ingressar diretamente como baixista do SoundGarden e também realizar uma única turnê se ser também despedido deste emprego também.
Detratores podem questionar o talento de Jason, mas este se faz presente ao ouvirmos ele dividir as guitarras do projeto MindFunk com o feroz Louie Svitek (Ministry, S.O.D.).
Todos nós que fizeram/ fazem parte de uma banda de rock sabem como a dinâmica interna e seu conflito de egos é uma bomba relógio para qualquer relação humana.
O fato é que a vida de Jason tomou um rumo inesperado ao resolver colocar a Telecaster (eu sempre falo…guitarra de gente séria e digna…rs) raspar a cabeça e aos 26 anos ingressar no serviço militar (seus avós e padastro eram militares) e resolver entrar no treinamento para ser um Ranger Boina verde, tropa de elite do exército norte americano.
O final de seu período de treinamento se deu justamente em setembro de 2001, justamente no ataque as torres gêmeas, o que num piscar de olhos colocou Everman no teatro de operações no Iraque e Afeganistão, onde teve atuação brilhante o que lhe rendeu uma carreira brilhante no Exército americano com operações pelo mundo inteiro.
Após seu período como militar ele ingressou na faculdade parta estudar filosofia e artes (já havia passado um período num monastério budista no Tibete) com carta de recomendação escrita pelo comandante geral do exército americano General Stanley A. Mc Chrysthal.
Sua incrível vida tem se desenrolado como palestrante, chefe de cozinha na Patagônia Argentina, e como aventureiro marítimo….
Diz Jason, que o chamado principal desta vida plena e única, se deu ao estudar a vida do artista renascentista Benvenutto Cellini, que era músico, escritor, militar, entre várias outras expertises…fazendo pleno o conceito de “homem da Renascença”
Kurt… Jason…. Dois homens que se cruzaram num período breve, dois destinos…
Até que ponto nós somos responsáveis pelo fluxo de nossas vidas.
Qual o peso, verdade, de nossas escolhas?
Que os espirito e nossa vontade de viver sejam maiores que o ego e fogos de artificio baratos na sala de espelhos….
“Portanto, de que adianta uma pessoa ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? ”…
Marcos 8

Márcio Okayama

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